segunda-feira, 4 de maio de 2015

A MATEMÁTICA ALÉM DA VIDA

               Eu, como matemático, acredito em coisas que realmente existem, sejam elas visíveis ou não. Na minha concepção a vida é uma escravidão e a morte a liberdade. Quando estamos vivos, precisamos comer, beber, tomar banho, ir ao médica, tomar remédio, fazer atividades físicas, trabalhar, estudar, etc. Como podemos ver, somos escravo da vida, pois, se não fizermos tudo isso, morreremos.
               E a morte? Um dia ela chegará para ti. Quando ela chegar, o que acontecerá depois? As religiões prometem vida após a morte. Essa promessa existe, porque o homem quer viver para sempre. Mas, na verdade, ele quando morre, liberta-se. Por que o homem só é livre quando morre? Porque ele não precisará mais fazer manutenção (comer, beber, etc) diariamente e, também, procurar uma razão para continuar vivo. A morte é assim: um homem está muito cansado, cansado de tudo, até de viver; então esse homem chega em casa, deita-se em sua cama e dorme, mas dorme para sempre.
               Então, tu deves perguntar: se Ademilson Rosa morrer, não poderá mais ensinar matemática? Sim, poderá. Como? Um homem não se imortaliza pelo o que ele é, mas, sim, pelas suas obras.



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Ressonância Harmônica.